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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Castor Cartelle


Biografia de Castor Cartelle

Paleontólogo, professor, curador da coleção de Paleontologia da PUC Minas, nascido na Galícia, Espanha, veio para o Brasil ainda jovem. Licenciado em letras clássicas, filosofia e ciências naturais, mestre em geociências e doutor em ciências. Responsável por importantes descobertas, foi idealizador e fundador do Museu de Ciências Naturais da PUC Minas, que conta atualmente com 70 mil peças. Apaixonado pela vida oceânica, largou seus primeiros diplomas, em letras e filosofia, para estudar biologia marinha, a partir da qual descobriu a ciência dos fósseis. Um documentário sobre sua vida e descobertas está sendo produzido na França e já se encontra em fase final. Professor aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais ainda continua com suas aulas no curso de biologia da PUC, embora considere que ser pesquisador é que dá a ele maior prazer. Autor de obras como "Os Meninos da Planície" (Saraiva, 2001), que foi adotado em várias escolas e está prestes a virar filme de animação. É vice-presidente da fundação Biodiversitas e membro do conselho da fundação zoobotânica de Belo Horizonte. Foi agraciado com a Medalha Dr. Peter Wilhelm Lund, criada pela prefeitura de Lagoa Santa, que tem objetivo de homenagear personalidades que se destacaram com relevância na ciência ou na política nacional e internacional. Cartelle idealizou "a rota" que percorrerá o caminho feito por Lund, integrando o Museu de Ciências Naturais da PUC Minas, o Parque Estadual do Sumidouro, as grutas da Lapinha, Rei do Mato e Maquiné. 

domingo, 10 de abril de 2016

CSP - Lançamento de livro na semana literária

Algumas fotos do lançamento de hoje. Se eu tivesse levado máquinas de escrever para vender, teria vendido muitas!! :-) ...

Publicado por Edson Tavares em Sábado, 9 de abril de 2016

"Os Meninos Morenos" e a minha História

Os Meninos Morenos

       “A assinatura desse meu avô, nos autos, era famosa na comarca. A linha vertical da letra t, do seu sobrenome, ia em linha reta até o alto da última página dos autos, procedimento usado pelos escrivãos para provar que não havia rasuras nos termos finais do documento.”

Vida Real

          O meu avô morava em uma cidade do interior de Minas, era um famoso marceneiro. Ele desenhava e fabricava vários móveis para os habitantes da cidade onde morava. Teve um dia que ele juntou dinheiro suficiente para poder abrir uma marcenaria, que vendeu grandes quantidades de móveis. Anos depois meu avô foi homenageado pela cidade com um troféu pelo seu bom trabalho como marceneiro.






sábado, 2 de abril de 2016

Semana Literária

GÍRIAS APLICADAS À LINGUAGEM CULTA

Gírias  aplicadas à reportagem "Variedades linguísticas e gírias", postada pela professora Maria de Lourdes.



"Há também gírias características de uma geração, uma penca de vezes empregadas por brotos como uma forma de se distinguir dos mais jovens e dos coroas. Como observa o sociolinguista Anthony Julius Naro, gírias adquiridas nesse período continuam sendo empregadas ao longo da vida, como marca da juventude.

Hoje a gíria ganhou espaço na publicidade, no jornalismo, na política e até na literatura. A zoiúda, o rádio e, mais recentemente, a internet aceleram a divulgação de modismos linguísticos, que ultrapassam o contexto em que foram criados, tornando-se nacionais e muitas vezes internacionais.

 É o caso de “shippar”, neologismo derivado do inglês relationship, que significa aprovar um novo casal, de chapas ou de encoleirados, geralmente relacionado a personagens de séries e novelas, ou a ídolos adolescentes. A internet é um espaço muito produtivo nesse sentido.

Termos como “miga”, designando pessoa de qualquer sexo e idade, e “falsiane”, rótulo para o(a) falso(a) brother, transpõem a web e invadem a fala de dimenor, jovens e tios." 


GÍRIA
PALAVRA
Penca
Muitos
Brotos
Adolescentes/jovens/bonitos
Coroas
Mais velhos
Zoiúda
TV
Chapas
Amigos
Encoleirados
Namorados
Brother
Amigo
Dimenor
Criança
Tio
Adulto (Pessoa mais velha)



quarta-feira, 30 de março de 2016

Ziraldo

Biografia de Ziraldo

Ziraldo Alves Pinto nasceu no dia 24 de outubro de 1932, em Caratinga, Minas Gerais.


A fama começou a vir nos anos 60, com o lançamento da primeira revista em quadrinhos brasileira feita por um só autor: A Turma do Pererê.

Seus quadrinhos para adultos, especialmente The Supermãe - Mineirinho - o Comequieto, também contam com uma legião de admiradores. 

Em 1969 Ziraldo publicou o seu primeiro livro infantil, que conquistou fãs em todo o mundo, denominado FLICTS.

 A partir de 1979 concentrou-se na produção de livros para crianças, e em 1980 lançou O Menino Maluquinho, um dos maiores fenômenos editoriais no Brasil de todos os tempos. O livro já foi adaptado com grande sucesso para teatro, quadrinhos, ópera infantil, videogame, Internet e cinema.


Os trabalhos de Ziraldo já foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, espanhol, alemão, francês, italiano e basco.

Ziraldo ilustrou o primeiro livro infantil brasileiro com versão integral on-line.










Manoel de Barros

Biografia de Manoel de Barros

Manoel Wenceslau Leite de Barros nasceu em Cuiabá, Mato Grosso, no dia 19 de dezembro de 1916.  Publicou o primeiro livro “Poemas Concebidos Sem Pecado”  em 1937.
Formou-se em Direito, em 1941, na cidade do Rio de Janeiro. E já no ano seguinte publicou “Face Imóvel” e em 1946, “Poesias”.

Em 1960 foi para Campo Grande e lá passou a viver como fazendeiro.
Trabalhou bastante com o Pantanal em seus livros.

Alguns livros do autor são: ”Compêndio Para Uso dos Pássaros” (1961), “Gramática Expositiva do Chão” (1969), “Matéria de Poesia” (1974), “O Guardador de Águas” (1989), “Retrato do Artista Quando Coisa” (1998), “O Fazedor de Amanhecer” (2001), entre outros.

Alguns dos prêmios que o autor recebeu: “Prêmio Orlando Dantas” (1960), ”Prêmio da Fundação Cultural do Distrito Federal” (1969). “Prêmio Nestlé” (1997) e o “Prêmio Cecília Meireles” (1998).

Manoel de Barros morreu em Campo Grande, Mato Grosso, no dia 13 de novembro de 2014.


Fonte: http://pensador.uol.com.br/autor/manoel_de_barros/biografia/